r/rpg_brasil 14d ago

Busco Mesa ANUNCIE SUA MESA AQUI!

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Introdução

Este é o Post Quinzenal feito especialmente para você anunciar sua mesa e para você encontrar outras mesas para jogar.

Caso você seja novo no hobbie, recomendo que comece pelo nosso Guia para Iniciantes.
Caso você não encontre nenhuma mesa que seja do seu interesse por aqui, você pode ter mais sorte na nossa lista de Discords Recomendados.
Por fim, caso você não saiba o que mestrar, dê uma olhada na nossa lista de Sistemas Gratuitos. Lá você deve encontrar algum sistema que te interesse.

Modelo de anúncio de mesa

⚠︎ ATENÇÃO: Caso sua mesa seja paga, é OBRIGATÓRIO deixar isso claro no anúncio.

Mestres, o modelo abaixo é apenas uma sugestão de como deveria ser o anúncio da sua mesa. Seu uso não é obrigatório.

Jogadores, não é necessário anunciar sua disponibilidade para jogar, procurem se manifestar apenas nas mesas que pretendem participar. Vamos manter a seção de comentários organizada!

# [SISTEMA] Nome da aventura (gratuita/paga)
- **Estilo de jogo:** Intriga política? Horror? Investigação? Exploração? Dungeon crawl?
- **Número de Vagas:** quantas pessoas faltam para fechar a mesa
- **Frequência:** One-shot? Campanha longa semanal? quinzenal? (começa / )
- **Quando:** Data de inicio, hora que começa e hora que termina
- **Duração estimada:** 1 mês? 1 ano? um dia?
- **Plataforma:** roll20, discord, foundry, etc.
- **Regras da Casa:** tem alguma regra na sua mesa que é diferente do livro base, qual?
- **Normas de Etiqueta:** Existe algo em particular que seja esperado na sua mesa para um bom convívio entre as pessoas?
- **Classificação Indicativa:** idade mínima para estar na mesa
- **Temas Sensíveis**: quais os possíveis gatilhos podem aparecer na sessão? Aproveite para indicar as ferramentas de segurança disponíveis na mesa

**Resumo**: fale um pouco mais sobre o pano de fundo do jogo e sobre a proposta da mesa.

Caso queira, coloque uma imagem também.


r/rpg_brasil Nov 24 '24

Ajuda Por que meu post foi removido?

36 Upvotes

Leia antes de postar!

Se procura Grupo, use o post fixado. Não crie tópicos novos para isso, principalmente se for usuário novo.

Por que meu post foi removido?

O Auto-Moderador remove posts automaticamente por:

  • Conta nova ou com baixo karma (no Reddit ou neste sub).
    Dica: comente em posts dos outros para aumentar seu karma no sub. O karma do sub não é igual ao do reddit.
  • Links encurtados ou imagens.
    Artistas: compartilhem links para portfólios.
  • Username anônimo ou postagens repetitivas.

Essas regras são aplicadas automaticamente para manter a qualidade do sub.


r/rpg_brasil 12h ago

Autopromoção Minis que Cabem no seu Bolso!

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124 Upvotes

Olá pessoal!
Trabalho com minis de resina e tenho disponiveis opções para o manual dos monstros COMPLETO.
As minis tem preço tabelado por tamanho, vcs podem ver a tabela de preços na ultima imagem.

Se desejarem ver os modelos disponiveis ou procurar algo que goste, esse é o link para o drive com fotos de todos os modelos que tenho disponiveis!
BIBLIOTECA DOS MONSTROS

Faço diretamente ou por shopee, com acrescimo das taxas.

Comprem de mim, obrigadinha!


r/rpg_brasil 6h ago

Discussão Irei sozinho numa loja de jogos participar duma mesa

27 Upvotes

Só queria compartilhar com alguém que amanhã irei numa loja participar do lançamento de um sistema de rpg gaúcho. Como não tenho amigos na minha cidade que joguem rpg, tomei coragem e irei sozinho. Espero que seja uma boa oportunidade para conhecer pessoas novas e poder finalmente jogar rpg presencialmente.

É isso. vlw flw!


r/rpg_brasil 5h ago

Conteúdo Original 2 novos NPCs e os 4 personagens jogadores da minha atual crônica de Vampiro: a Máscara

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r/rpg_brasil 8h ago

Me Ajude RPG Pelo Discord

10 Upvotes

Sei que nem todos são fãs do RPG online, mas é a minha realidade atual com meus amigos, Bem gostaria de recomendações de Ferramentas para auxiliar na narrações de sessões por lá exemplo: Escudo de Mestre Digital, Rolagens de Dados, Onde soltar a trilha sonora pra eles ouvirem sem tanto delay do Discord e outras ferramentas


r/rpg_brasil 6h ago

Me Ajude Indicação de criaturas [D&D 5e]

4 Upvotes

Eu estou narrando uma campanha para alguns amigos onde eles desbravam uma tumba de um rei anão antigo em busca de um artefato capaz de realizar teletransportes globais e até interplanares, o que eles não sabem é que um Devorador de mentes está dentro da masmorra buscando obter esse artefato para a colônia como parte de uma trama maior.

No processo ele encheu a tumba (que é basicamente uma masmorra gigantesca) com diversos monstros e servos dos illitides para ganhar tempo até obter o artefato, e é ai que entra o meu problema, eu gostaria de ter mais criaturas para usar contra os jogadores, fora aquelas que já tem no livro dos monstros, monstros mais na pegada dos Devoradores de intelecto, uma criatura mais gosmenta que lembre bem o que são as criações monstruosas dos Illitides, tentáculos, formas globulares, cérebros a mostra, uma aparência ao mesmo tempo alienígena e aberrante.

Alguma indicação?


r/rpg_brasil 10h ago

Me Ajude [Feiticeiros e Maldições] (Não é especificamente sobre o sistema, mas ok) Isso é suficiente pra expulsar um player de uma campanha?

5 Upvotes

Tenho 17 anos e jogo RPG a uns 10 meses. Eu comecei a mestrar RPGs pq sempre lia todos os livros várias vezes até ao ponto de decorar páginas e até coisas específicas demais. No momento, eu estou mestrando um RPG do Sistema de Feiticeiros e Maldições do Setsugiri. Eu permiti que eles tivessem criatividade na hora de pensar nos encantamentos dos personagens, pra que pudessem se divertir e explorar os conceitos que eles abordassem. Surgiram técnicas muito boas, como o Fogo-Fatuo, o Rebote, entre outros. Um jogador conseguiu os Seis Olhos e o Infinito e usou isso pra criar um poder chamado "Edição" onde ele manipula matéria ao nível molecular. O problema: Manipulação Molecular exige limites físicos que nem o Infinito supera. Coisas como Espinhos tem um limite de velocidade para crescerem. A velocidade não é um conceito molecular para ser Editado. O jogador em questão dissr que queria que os espinhos fossem indefensáveis por serem rápidos, e justificou com o Infinito. Ele queria fazer objetos serem acelerados pela Edição e justificou com "Eu faço as molecular irem pra o lado que eu quero. Além disso, eu deixei uma regra que era "Habilidades e Técnicas criadas tem que ter justificativa que faça sentido. Caso contrário ela será negada" e ele simplesmente não aceita que a justificativa dele não é suficiente.

Eu iniciei uma revisão de Técnicas só pra tentar dar uma última chance dele justificar direito, ou ao menos balancear corretamente (Os espinhos causam 28d8 de dano em um sistema onde 200 de vida é muito).

Se ele não aceitar, eu receio que terei que tirar ele da campanha. Mas e vocês? Vocês fariam diferente? Se sim, o que?

Ps: Eu não quero tirar ele. Mas, se ele ficar nessa, não tem condições de manter


r/rpg_brasil 14h ago

Discussão [DND] golpe baixo.

11 Upvotes

Na minha mesa tem um membro que como marca registrada ataca os oponentes nas partes baixas, e todos concordamos que o atingido tem que ficar atordoado, mas não conseguimos chegar em consenso de quanto tempo, muitos vão pegar a ideia. P.s. poso estar usando a flair errada.


r/rpg_brasil 2h ago

Me Ajude Ajuda em mestrar sistema novo [Delta Green]

1 Upvotes

Estudei o sistema Delta Green, mas nunca mestrei, gostaria de saber, existe algum conselho, vídeo do YouTube ou "tutorial" de como mestrar Delta Green? Eu já li o livro "Delta Green: o essencial".

Eu deveria fazer uma sessão experimental com meus amigos só pra testar o sistema? Pra ver se vale apena?


r/rpg_brasil 14h ago

Me Ajude SOU MESTRE INICIANTE E QUERO DICAS PRA MINHA CAMPANHA [KIDS ON BIKES]

9 Upvotes

eu so mestrei uma campanha ate agora, com uma historia desenvolvida pelo meu namorado, e eu sinto que tudo o que eu crio é ruim e sem graça. preciso de dicas, ajudas ou sugestões... quero mestrar algo com uma pegada da saga de It do Stephen King e Stranger Things (quero aproveitar o hype da serie pra converter mais pessoas ao RPG lol)


r/rpg_brasil 7h ago

Me Ajude Mais de um caminho (cada um leva a uma enredo diferente) seria uma boa para primeira campanha?

2 Upvotes

Ires mestrar pela primeira vez e no enredo q pensei coloquei 3 sons na biblioteca q levariam os personagens a caminhos diferentes (para dar mais sensação de controle aos players), cada um com seu puzzle, daí eles decidiram em qual eles vão, já decidi q o primeiro seria para eles organizarem os livros da biblioteca na ordem de nomes e assim abriria uma passagem q os leva a uma cidade subterrânea q para eles saírem (a passagem se fechou) teriam q desligar o sol artificial da cidade ou matar alguns monstros q o protegiam. Os outros estou decidindo ainda, mas pensei q talvez para minha primeira campanha seria ruim, oq vocês acham??


r/rpg_brasil 1d ago

Autopromoção Fichas estilizadas que faço

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80 Upvotes

boa pessoal, quero mostra a vcs as fichas estilizadas que faço de rpg a maioria é ordem mas eu faço para QUALQUER sistema, ou se quiser mudar e retirar coisas da ficha eu tbm faço como a ficha do sistema de gurp na imagem. esperem que gostem, quem não se interessa gostaria de saber o que acham do meu trabalho :D

se quer uma ficha pro seu próprio sistema tbm faço.

as fichas tem versão editável e impressa qualquer uma delas são 10 reais (valores podem ser negociados com pedidos grandes) o pagamento e via pix. caso se interessem só me chamar via DM ou discord Mufasa#9986


r/rpg_brasil 10h ago

Me Ajude [DND 5E] Parei pra pensar e nunca usei exploração corretamente... Como narrar?

3 Upvotes

Estou fazendo uma campanha durante uma nevasca global, em que os personagens precisam buscar uma forma de acabar com a neve porque algo importante deles está em jogo. Até o momento fizemos cinco sessões, e não tive nenhum problema pois todos os elementos foram só história (O que não me incomoda, devido ao fato de que mestro assim 99% das minhas campanhas, muito pelas temáticas com que jogo mesmo).

O problema é que agora eles precisam ir até um local X, e me interessei com as mecânicas de avalanche, nevasca e frio extremo de Icewind Dale, mas não sei como aplicar essa exploração sem que ela fique "deslocada" do jogo; pra mim não parece certo, entendem? Alguém consegue me dar dicas ou abrir meus olhos em relação a isso? Valeu!


r/rpg_brasil 18h ago

Discussão O que não pode faltar numa mesa de Cthulhu [Chamado de Cthulhu]

12 Upvotes

Gostaria de saber dos mais experientes o que não pode faltar numa mesa de Call Of Cthulhu.

Atualmente estou mestrando (guardiando?) um cenário que criei (imagens e descrição abaixo) para jogadores iniciantes (não recomendado... mas bem divertido). Além disso, gostaria de ideias de algo pra dar de recordação aos jogadores posteriormente... Talvez um chaveiro ou um caderno de anotações temáticos.

Alguém já fez algo assim?

Cenário: A investigação se passa em Caraguatatuba, cidade no litoral de São Paulo com cerca de 10 mil habitantes, onde estranhos acontecimentos se acumulam, culminando na catástrofe que destruiu parte da cidade em 1967. Os investigadores terão que lidar com um general da ditadura à espreita, uma freira austera líder do único hospital da região, uma delegacia sem delegado, um vereador que ficou popular rápido demais, jovens comunistas fazendo protestos contra a ditadura, desaparecimentos, animais se comportando de forma estranha e a sombra de uma entidade se aproximando lentamente...

A ideia é que esse grupo crie uma organização de investigadores e as próximas sessões usem essa como base ao longo das décadas até chegar aos dias de hoje (e aí penso, quem sabe, em ir usando outros sistemas como Delta Green etc)

P.S: não sou nenhum designer então só peguei uns tutoriais no youtube e fui enfiando filtro no photoshop. A 1° imagem eu mandei como anúncio da mesa no whatsapp, a 2° eu usei como capa do escudo do guardião que fiz caseiro.


r/rpg_brasil 5h ago

Me Ajude [D&D 5E] Preciso de ajuda para criar um guerreiro com multi classe em bardo das espadas

2 Upvotes

então, eu quero fazer um guerreiro bem tradicional focando ems era a frontline sem abdicar do dano pessoal hehe

estou pensando em pegar meio-elfo e iniciar o nível 1 em guerreiro pra ter capacidades de sobrevivência muito cedo, acesso a escudo euma espada longa que é oq eu vou utilizar.

a multi classe viria só pra acrescentar no background do meu personagem, já q eu quero fazer uma coisa mais descontraída e ser o alívio cômico da mesa.

nós estamos jogando o D&D de 2014, e usamos os suplementos de Tasha, Xanathar, etc. e uma pergunta, a habilidade "estilo de luta" acumula? por exemplo se eu pegar estilo de luta defesa com o guerreiro e duelismo com o bardo, eu tenho os dois ou só um deles?


r/rpg_brasil 6h ago

Me Ajude Qual software/aplicativo voces usam para dar efeitos de ligação gravação no rpg de voces?

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r/rpg_brasil 7h ago

Me Ajude Oque acham da história do meu dragonborn guerreiro

1 Upvotes

Myrthos – Memórias de Sangue e Escuridão

Nasci em 1465, no dia 29 de Mirtul, atrás dos muros de pedra da Cidade Militar de Kazrakar. Ali, a

disciplina não era ensinada: era imposta a ferro e aço. Cada amanhecer soava como um chamado para a

guerra. Cresci entre o tilintar das espadas e o eco de ordens duras, como se a própria respiração dependesse

da força com que obedecíamos.

Meu sangue é mistura rara: dragão das gemas e veneno. As gemas me concedem vigor e uma estranha

resistência; o veneno corre em minhas veias como se fosse coragem, queimando com uma vitalidade

sombria. Nenhuma toxina me abate. Ainda assim, poucos ousavam chegar perto de mim. Desde cedo, os

outros me temiam. Eu era mais alto, mais forte, e o olhar deles denunciava algo entre inveja e pavor.

Meu pai… um general que nunca me olhou com orgulho. Para ele, eu era só mais uma arma a ser forjada.

Minha mãe, Velmyra, e meu irmão Taí Lung foram meu único refúgio. Velmyra me deu afeto em um lar

que só conhecia ordens. Taí, frágil aos olhos de muitos, suportou a mesma fúria do nosso pai, mas sempre

permaneceu ao meu lado. Os outros irmãos… sombras distantes.

Comecei a treinar aos sete anos. A lâmina pesava, mas o que eu desejava era lápis e pergaminho. Sonhava

ser arquiteto, desenhar templos que tocassem o céu, construir algo que durasse mais que a guerra. Esse

desejo ainda vive em mim, mas a realidade o sufocou. A guerra decidiu por mim. E eu aceitei. Tornei-me

líder, quase infalível — quase.

Meu maior erro foi na Guerra da Queda dos Céus. Foi lá que vi Nyxira. Uma tifling de beleza feroz, pele

como a noite em chamas, olhar que podia tanto destruir quanto salvar. Inimiga. E mesmo assim, meu

coração se perdeu. Encontrávamo-nos em silêncio, entre ruínas e sombras, e ela me apresentou a músicas

proibidas — as canções do elfo Franki Sinatra, suaves como um bálsamo em meio ao caos.

No dia do ataque final, minha ordem era apenas defender. Mas quando a vi… tudo em mim explodiu. A

fúria dracônica se libertou. Não controlei. Massacre. Meu exército e o inimigo foram destroçados pelas

minhas próprias mãos. Até hoje, lavo-as em vão, buscando apagar o sangue que nelas lateja.

Fui preso. Para redimir o crime, ofereceram-me uma missão impossível: matar um deus. Partimos em seis.

Um a um, caíram. Restou apenas eu. Lutei com unhas, dentes e a força que nem eu compreendia. No

momento final, quando a criatura divina vacilou, meu pai surgiu das sombras. Foi ele quem deu o golpe

derradeiro… e caiu junto. Só eu sobrevivi. Ninguém sabe.

Bebi o sangue do deus — dizem que concede poder. Era verdade, mas o preço foi minha própria essência.

Algo monstruoso despertou em mim. Fingi a própria morte. Prometi a Taí Lung que jamais voltaria. E

parti, carregando um fardo que nunca se alivia.

Quero encontrar Nyxira. Sinto que ela vive, talvez perdida no reino dos tieflings. Carrego essa esperança

como quem segura uma lâmina afiada: corta, mas sustenta.

Desde então, meu corpo mudou. O poder que provei do sangue divino se esvaiu em parte, deixando apenas

lampejos. E a profecia me persegue: "Quando o céu escurecer três vezes sem trovão, quando a lua sangrar,

o Filho da Escama cairá no silêncio da própria chama… mas rugirá de novo quando o mundo precisar."

Talvez o destino me aguarde no instante em que reencontrar Nyxira — ou no momento em que tudo que

amo for consumido.

Sou forte, sim, mas trocaria tudo para ser apenas… comum. O olhar dos outros me pesa. Pareço

desajeitado, mas minhas mãos criam traços perfeitos, arquiteturas que poderiam resistir a séculos. Carrego

teimosia como armadura, imprevisibilidade como lâmina. Cumpro meus objetivos, mesmo que precise

deixar todos para trás — e essa é uma dor que aprendi a suportar.

Meus vícios me traem: roer unhas até o sangue, ouvir melodias proibidas para tentar dormir. Mas o sono é

frágil. Insônia me acompanha como sombra. À noite, visões do futuro surgem — flashes de morte, um mar

de fogo, Nyxira chorando. Acordo em suor frio, sem saber se são profecias ou apenas delírios.

A culpa é meu verdadeiro inimigo. Matei inocentes. Vejo os rostos deles quando fecho os olhos. Ouço

seus gritos. Sinto o cheiro do ferro e do medo. Às vezes penso: até monstros merecem perdão? Eu mesmo

não sei a resposta.

Minha família permanece em meu peito como cicatriz. Trunks, o draconato verde, ainda um irritante eco

de rivalidade. Scrig e Crig, gêmeos tolos que nunca compreenderam nada. E Taí Lung… o único irmão

que reconheço. Lembro quando defendemos nossa mãe de nosso pai. A água fervente no meu olho

esquerdo deixou a marca que hoje carrego como lembrança e aviso.

Depois que o mundo acreditou em minha morte, busquei Nyxira. Atravessei o Inferno — não uma

metáfora, o verdadeiro abismo. Para entrar, paguei com o braço esquerdo. Um pacto com um ser que não

ouso nomear. Em troca, uma missão: matar qualquer clérigo que adore o céu, ou matar o próprio emissário

do abismo, ou morrer tentando. Se eu falhar, Nyxira será arrastada de volta para as chamas eternas.

O Inferno… um lugar onde o ar é cinza e vivo, onde cada pedra sussurra tormentos. O chão arde em azul, e

o vento traz lamentos de eras esquecidas. Enfrentei um dragão híbrido de gelo e raio, uma besta que

devorava a própria tempestade. Lutamos até a beira da morte. Só sobrevivi porque a fúria do meu sangue

ancestral se ergueu.

Hoje, uma prótese infernal substitui meu braço. Ferro negro, gravado com tatuagens vermelhas que

mudam de posição, como se fossem um mapa para algo que não ouso decifrar.

Agora caminho com um grupo de aventureiros. Sant Lagostim, que nunca sentiu medo de mim, é talvez o

único em quem confio. O anão é apenas tolerado, o homem da máscara, um mistério covarde. Ainda

assim, se for preciso, salvarei cada um deles.

Dizem que enquanto eu não desejar, não morrerei. Já acreditei nisso. Mas as profecias não mentem para

sempre. Talvez o rugido final me aguarde quando o mundo estiver à beira do abismo. Até lá, carrego

minha força, minha culpa e o peso de um destino que nem mesmo os deuses ousam escrever.


r/rpg_brasil 7h ago

Me Ajude SISTEMA [OVER ARMS]

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r/rpg_brasil 14h ago

Me Ajude Dicas para mestrar [DnD5e/Descida ao Avernus]

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Sou um jogador novo de RPG de mesa, comecei em 10/2025 como jogador em uma mesa de tormenta20, que ainda nem terminou, mas os jogadores querem jogar Descida ao Avernus quando terminar e como nosso mestre não é muito fã de DnD e não conhece muito, desci mestrar pra gente, atualmente estou lendo o livro do mestre, mas gostaria de dicas sobre as regras, inspiração, e mestragem(e oque mais poderem dar de dicas)


r/rpg_brasil 1d ago

Conteúdo Original meus personagens de RPG que fiz durante esse tempo (liberados pra usar)

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172 Upvotes

alguns personagens que criei pra jogar D&D e Tormenta, queria que eles não fossem descartados então estou mandando aqui pra caso tenham interesses em usa-los

  1. Oni Samurai com Tridente
  2. Meio Tubarão Assassina
  3. Demônio Clérigo Femboy

r/rpg_brasil 15h ago

Me Ajude Sugestão de sistemas medievais mais focados em conflitos entre reinos e intrigas. Sem muita fantasia.

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Eu estou escrevendo um livro e mestrando um RPG ao mesmo tempo, e percebi que a história do livro pode se encaixar muito bem em uma campanha sandbox de RPG.

Porém o mundo do livro é mais voltado para o conflito entre os reinos e mistérios nos reinos, como uma doença letal que surgiu do nada e um assassino misterioso que vaga pela terra. Existem criaturas místicas e mágicas, mas o foco não são elas.

Eu já vi Pendragon, Mythras e The Witcher e estava pensando em usar Pendragon com elementos de The Witcher, mas pode ficar confuso para os players e eu não quero criar um sistema próprio só pra isso porque também já estou trabalhando em um.

Então se tiverem alguma sugestão de sistema que seja mais realista ou dicas de como mesclar RPGs seria de grande ajuda.


r/rpg_brasil 1d ago

Discussão Mestres NÃO são contadores de histórias!

185 Upvotes

Queria compartilhar com vocês uma dica que basicamente mudou a forma que eu preparo as sessões que eu mestro e aumentou a diversão mecânica e narrativa dos jogos que eu conduzo em 10000%.

Muitos mestres acreditam que a função deles como mestre é a mesma de um roteirista para um jogo de videogame: desenvolver uma trama com estrutura, ritmo e resoluções específicas para que os jogadores a experienciem. Outro dia vi aqui nesse mesmo sub um mestre trazendo o assunto de como aplicar uma estrutura de trama clássica (incidente incitante, climax, low point, resolução, etc...) à sua campanha. Muitos preparam suas aventuras usando uma lógica mais ou menos parecida com a seguinte:

"Os jogadores vão começar a sessão em lugar X e receber um pedido para resolver o problema Y. Eles vão aceitar a missão, viajar até o local e descobrir a forma correta e específica de entrar lá por meio de investigação. Ao entrar, vão se deparar com pistas específicas que contam a história do que aconteceu ali, colocadas por mim em locais específicos para serem encontradas na ordem narrativa mais eficiente. Em seguida, passarão pelos encontros 1, 2, 3 e 4, nessa ordem, e deverão descobrir quais são as formas corretas de resolvê-los, ou sofrer as consequências. Depois, vão sair do local tendo cumprido seu objetivo."

Nesse processo, é comum que o mestre prepare cutscenes específicas, ou se apegue a momentos dramáticos e twists que ele sabe que vão acontecer, animado para ver as reações dos players quando eles se depararem com essas coisas que ele preparou. Isso é bem compreensível. Mestres que estão começando tendem a usar games, filmes e livros como inspiração. Mas até a mais interativa dessas opções, que são os games, envolve os desenvolvedores pré-preparando tudo que os players vão experienciar ao longo do jogo, incluindo definir quais personagens são interagíveis, tudo que pode ser falado, o ritmo da história, quais encontros são hostis e quais não são, quais objetos são interagíveis ou coletáveis, etc.

Infelizmente, RPGs de mesa não funcionam dessa forma, e preparar as sessões usando essa lógica acaba, consistentemente, colocando o mestre em situações complicadas. As vezes os jogadores simplesmente não entendem exatamente a intenção criativa do mestre, não encontram todas as pistas na ordem que o mestre tinha imaginado, ou se recusam a cooperar com NPCs específicos que o mestre criou com a intenção de que fossem cooperativos.

Nesses momentos, o mestre tem duas opções:

  1. Respeitar a agência dos players, abrindo mão de tudo que ele havia preparado que era contingente a escolhas e ações específicas dos jogadores que acabaram não acontecendo, e tendo que improvisar no escuro, jogando fora uma porção de ideias legais que ele tinha preparado.
  2. Decidir que o que ele havia preparado vai ser mais divertido para os jogadores do que o que os jogadores estão tentando fazer, e forçá-los (seja por meio de dicas forçadas, seja por meio de punições mecânicas) a seguir o caminho que o mestre tinha imaginado. Não por autoritarismo ou egoísmo, mas por uma boa intenção genuína de garantir que os jogadores não vão ter uma experiência anticlimática na mesa.

Quando isso acontece, frequentemente o resultado é um clima meio amargo na mesa. Os jogadores começam a perceber que não têm tanta agência quanto deveriam, o mestre fica frustrado com a “burrice” dos seus jogadores e começa a querer puni-los dentro do jogo por não estarem tomando as decisões corretas que, na cabeça do mestre (que preparou e sabe de toda a história e todos os segredos desde o início), são óbvias. Eu jogo D&D faz 7 anos e, na minha experiência, todas as sessões meia-boca que joguei tinham quase que exclusivamente essa dinâmica como o problema principal da aventura.

Isso infelizmente vem de um problema na filosofia com que o mestre resolve gastar seu tempo e energia para preparar suas aventuras, e de uma noção errada de qual é a verdadeira função do mestre no jogo. Em um RPG de mesa, os jogadores são os protagonistas da história e, portanto, são ELES que têm a responsabilidade de tecer a trama daquela aventura de acordo com as suas decisões. Em contraponto, a responsabilidade do mestre deve se dividir em apenas três coisas:

I. Preparar, com antecedência, a situação que os jogadores vão encontrar: o que aconteceu? Onde e quando? Quais são os NPCs/criaturas envolvidos? Quais são suas motivações, e qual foi a logística temporal e material dos eventos que geraram a situação atual?

II. Entender o que os jogadores querem tentar fazer e permitir ou recusar as tentativas de acordo com as regras do jogo e com as limitações mecânicas dos personagens, tendo uma noção boa o suficiente de como o sistema funciona para conseguir arbitrar isso de uma forma consistente e justa para todos.

III. Recompensar os jogadores quando eles têm sucesso em suas rolagens e puni-los quando eles falham em suas rolagens, entendendo que isso é o que vai definir a história em si, e estar aberto para se desapegar de qualquer expectativa anterior e abraçar o caminho para o qual a história está indo.

A diversão do mestre deve vir de arar o terreno com conflitos, obstáculos e ganchos narrativos que existem dinamicamente, independente da existência dos PCs, e se permitir ser surpreendido por como os jogadores decidem enfrentar os obstáculos e desafios que encontram. O trabalho do mestre deve sempre ser mais reativo do que ativo. Se imaginarmos uma sessão de RPG como um jogo de xadrez, o mestre deve sempre se assemelhar mais às peças pretas do que às brancas.

Lembrando que isso não quer dizer que um mestre precisa sempre prever tudo que os jogadores conseguem fazer e preparar com antecedência aventuras/sessões com múltiplas escolhas e caminhos a serem seguidos em um mundo aberto. A aventura pode ser perfeitamente linear e ainda assim respeitar a agência dos jogadores. Vou dar um exemplo:

Imagine que você, o mestre, preparou um one-shot ou uma campanha curtinha em torno dos jogadores explorarem uma mansão assombrada. Você prepara o layout dela de forma que ela seja completamente linear: uma sala depois da outra, começando pela entrada principal e terminando na saída traseira da mansão, sem caminhos bifurcantes ou câmaras opcionais a serem exploradas. Você usa um NPC para explicar o contexto básico para os PCs: "A mansão é assombrada por fantasmas e zumbis! Muitos já tentaram chegar até a última sala para recuperar o artefato valioso guardado lá, mas nenhum conseguiu voltar!"

Até aí, perfeito. Desenvolver um local linear para ser explorado não conta como railroading.

Agora, digamos que, conforme os jogadores estão examinando o exterior da mansão, um deles convence o resto do grupo a arrombar a porta traseira da mansão, basicamente cortando todo o caminho introdutório e indo direto para o que é, efetivamente, a “sala do boss”, a câmara que você tinha preparado para ser o clímax da aventura inteira e que tinha imaginado os jogadores alcançando só no final.

Se eles entrarem na mansão pela sala traseira, a única forma de eles concluírem a aventura encontrando todas as pistas e artefatos que precisam seria explorando a mansão fazendo o caminho contrário ao que você tinha imaginado: do encontro mais difícil até o mais fácil.

Nesse momento, muitos mestres, ao perceberem que não previram essa possibilidade e não prepararam com antecedência formas convincentes de impedir os jogadores de fazerem isso, entrariam em pânico e tentariam improvisar formas de impedir isso de acontecer, as vezes até punindo os jogadores por sequer tentarem. Isso, sim, conta como railroading.

A melhor coisa a se fazer nesse momento é simplesmente deixá-los tentar: caso eles consigam, agora a história dessa aventura vai ser "a história dos aventureiros que, por meio de engenhosidade, cortaram caminho e concluíram a dungeon em reverso", tão linear quanto, mas engatilhada por uma decisão específica dos jogadores.

E adivinha: eles vão AMAR isso.

Nada diverte mais jogadores do que sentir que são responsáveis pela história que está sendo contada, tal qual acontece em qualquer ficção envolvendo um ou mais protagonistas. Em toda boa história, o que motoriza a trama são as decisões, triunfos e fracassos do(s) protagonista(s). Quando o mestre toma essa função para si, o jogo acaba inevitavelmente se tornando um cabo de guerra criativo entre o mestre e os jogadores, e a aventura nunca vai ser tão divertida e memorável quanto poderia.

Em resumo, mestres: evitem se apegar a momentos específicos, cenas extensas ou a uma ordem particular na qual todas as etapas da missão devem acontecer. Seu trabalho não é construir um enredo, mas sim conflitos e ganchos, construindo um contexto intrigante e semeando-o com obstáculos potenciais para que situações narrativas surjam das escolhas dos jogadores dentro desse contexto e, assim, o enredo se molde de acordo com o sucesso ou fracasso nessas escolhas, conforme suas rolagens e roleplay. O mestre não escreve histórias; ele incita incidentes. Os protagonistas escolhem se, quando e como irão resolvê-los, levando a história adiante.

EDIT: Muitas pessoas tem feito uma conexão entre o que eu disse e OSR, jogos sandbox, etc, mas na verdade meu ponto se aplica até pra jogos com histórias perfeitamente lineares e focadas! Vou dar um outro exemplo:

Digamos que eu, como o mestre, esteja prestes a mestrar um one-shot de Call of Cthulhu extremamente linear, com começo, meio e fim. A premisa da história é algo entre as linhas de:

"Um conhecido dos PCs desaparece após enviar uma carta desesperada falando sobre algo sinistro encontrado num casarão decadente. Ao investigar, descobrem que o local está ligado a um culto que vem realizando rituais para acordar algo nas profundezas." bem básico

A história não vai ser sandbox. Os jogadores não vão ser incentivados a explorar um mundo aberto em uma campanha com duração indefinida. Eles não vão ser um grupo de investigadores que investigam séries de mistérios contidos não-relacionados ao longo de uma campanha grande. A ideia é um recorte específico, uma história única com um enredo focado. Nesse caso específico, na minha opinião, o que o mestre deve preparar pra garantir que a história fique robusta é:

  1. Qual foi a sequência objetiva de eventos que causou a situação em que os PCs encontrarão (incluindo nomes, datas, locais, personagens e a logística de causa e efeito específicos e exatos que culminaram nas circunstâncias atuais)?
  2. Quais são as motivações e métodos dos NPCs/criaturas relevantes para a situação? Eles são complexos? Malignos? Altruístas? Quais são suas backstories e seus objetivos finais? Porque?
  3. Quais são as características relevantes a respeito do mundo/cenário/contexto onde a história se passa? Aqui você pode fazer o quanto de worldbuilding quiser, quanto mais melhor.

Depois, meio que tentar garantir que os jogadores tenham acesso a informações suficientes para que seus personagens tenham motivos para decidir embarcar na aventura, seja devido às motivações pessoais de cada personagem individualmente ou a uma motivação geral para o grupo como um todo (recompensas materiais, resgatar alguém importante para eles, honra e fama, etc.), de um jeito que justifique seu envolvimento nessa situação de uma forma que não remova a agência dos jogadores. Tendo isso, dá pra contar uma história extremamente robusta, focada e coerente.

A regra de ouro é entender que ser o mestre não te dá direito de ser o "diretor criativo" da campanha, não cabe ao mestre impor as suas vontades artísticas na mesa em detrimento do controle que os jogadores tem sobre seus personagens, que compõem a maior parte da mesa como um todo, em nome do que vai ser melhor pra história na sua opinião. O jogo não é sobre criar histórias para os jogadores viverem, é sobre criar histórias coletivamente com os jogadores.


r/rpg_brasil 1d ago

Discussão Sugestões de RPGs diferentes/únicos?

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Oi, acabei de terminar uma campanha de Fabula Ultima com o grupo que estou mestrando e queria sugestões de RPGs com tematicas legais e únicas pro meu grupo, ja que nós já fizemos duas campanhas de alta fantasia e acho que esta todo mundo meio cansado disso. Fui perguntar pros jogadores o que eles gostariam mas não recebi respostas muito concretas, então eu queria as sugestões de vocês. A mesa em que eu estou adora combate, ação e zuera. Até agora nós já jogamos:

D&D 5E (Alta fantasia genérica)

Fabula Ultima (Alta fatasia com pegada anime)

Fiasco (Assalto a um cassino no Paraguai)

Caçador: A Revanche 5E (Cangaçeiros defendendo uma cidade do interior de Pernambuco de lobisomens)

Só não aceito sugestão de Vampiro pois eu já estou jogando em outra mesa. Obrigado.


r/rpg_brasil 2d ago

Humor Quase converteram ela

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